sexta-feira, 8 de junho de 2007

Agora não falta mais nada



O Internacional ganhou tudo agora. Quer dizer quase tudo. Ainda falta o glorioso título da série B. Mas esse com certeza, esse nunca iremos vencer. Deixamos para grandes equipes como Sampaio Corrêa (Maranhão), Campo Grande (Rio de Janeiro), Tuna Luso (Pará), União São João (São Paulo) e Grêmio (Rio Grande do Sul).

Nacional, São Paulo... and now, Inter!!!

- Quando terminou o primeiro jogo entre Inter e Pachuca, eu disse: o Colorado vai meter três nesses caras em Porto Alegre.

- Aos que desmerecem a Tríplice Coroa: desde 1989, quando a Recopa passou a ser disputada, apenas 3 times sul-americanos conquistaram em seqüência a Libertadores, o Mundial e a Recopa. Se é raro, é caro.

- A boa surpresa do jogo de ontem foi o meia Pinga (foto), que depois de uma série de partidas mostrando um futebol burocrático, deu um show de garra e movimentação.

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- Novamente um time gaúcho na final da Libertadores... fazer o quê? Pelo jeito, a gauchada manja de futebol mesmo; com muito menos dinheiro que a maioria dos grandes clubes do continente, consegue volta e meia formar times competitivos (embora eu ainda ache a atual equipe do grêmio tecnicamente bem limitada).

- Eu quero também parabenizar antecipadamente os tricolores pela conquista de mais um vice-campeonato continental!

quinta-feira, 7 de junho de 2007

BOM MESMO É O TRENZINHO

As imagens falam por si mesmas...

quarta-feira, 6 de junho de 2007

terça-feira, 5 de junho de 2007

A Batalha do Gigante

Ontem em uma jornada heróica, triunfante, o Internacional com apenas dez jogadores em campo conseguiu derrotar o todo poderoso Clube Náutico Capibaribe. A torcida tomou as ruas em um completo carnaval. O mais impressionante foi que esta verdadeira epopéia futebolística aconteceu na série A (primeira divisão).
Em breve deve ser lançado o DVD deste épico embate.




A HISTÓRIA DO TIMBU

Assim como o próprio clube, o símbolo do Náutico foi idealizado por um grupo de jovens remadores, em meados dos anos 30. Como o costume da época, que ainda hoje persiste, era comemorar vitórias com farras e, conseqüentemente, muita bebida, era preciso escolher um mascote que gostasse do "álcool". Nada melhor que o timbu, um mamífero da ordem dos marsupiais (Didelphis albiventris), que nunca rejeita cachaça.


Hoje o mascote tem mais características em comum com o time de futebol. Segundo estudos da UFPE, o timbu apresenta uma resposta de fuga-luta agressiva, quando estressado, além de se fingir de morto. Assim é o Náutico, como o timbu, mostrando sempre suas garras.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

TORCIDA DO GRÊMIO: VERGONHA NACIONAL

Eu já viajei muito por aí, e conversando com muitos brasileiros, descobri que o Grêmio é um time odiado no Brasil. Os meus amigos gremistinhas vem alegar “porquê o Grêmio ganhou tudo e de todos”, o que é no minímo discutível. Não vou nem entrar no mérito do Inter, atual Campeão do Mundo, que costuma ser querido Brasil afora, mas uso o São Paulo, como exemplo. É o time mais vitorioso do futebol brasileiro e nem de perto é tão odiado quanto o Grêmio. Mas finalmente descobri o verdadeiro motivo desse ódio: a torcida gremista. Ela é, de fato, muito nojenta. Não basta terem mantido as origens racistas do clube (que não aceitava jogadores negros até os anos 50), sempre enchendo a boca pra gritar “Macacada”, sendo que adoram fazer avalanche quando o branquelo Tuta faz um gol. Macacos, no caso são os colorados, torcedores do Clube do Povo, onde todas as pessoas sempre foram bem-aceitas pra jogar e torcer, independentemente da sua cor e raça.

Mas não satisfeitos com isso, os gremistas conseguiram mais. Agora eles querem ser argentinos. Isso mesmo. Logo os hermanos, nossos tão detestáveis rivais. A tal da Alma Castelhana, que além de cantar em espanhol, agora chega ao cúmulo do escrotismo com essa faixa, publicada na coluna do Bola Dividida do jornal Zero Hora de hoje (4.5.07). Não se contentam apenas em querer cantar o jogo todo como os argentinos (o que é muito positivo, mas também é comum em outras torcidas do mundo, como a holandesa, por exemplo), mas tem que ser arruaceiros (banheiros queimados...) e arrogantes. É realmente triste como essa torcida consegue ser cada dia mais detestável. Shame on you.



sexta-feira, 1 de junho de 2007

Rapidinhas da Recopa

- O jogo de ontem já começou bizarro, quando por nada o Pachuca tinha um mascote a la Disney, que tirou foto com o time e ficou incomodando os capitães e o trio de arbitragem durante o sorteio.


- O Inter não foi bem de novo (quarta derrota do Gallo em 4 jogos), porém foi menos pior que das outras vezes e podemos talvez um pouco de luz no fim do túnel. O resultado em si não é ruim. Um simples 1 a 0 garante mais um caneco continental ao Colorado.


- O gol anulado foi muito bizarro. Eu tava meio bêbado (mais pra mais que pra menos), mas pelo que eu entendi, a única irregularidade foi a bosta do Bandeirinha tá dentro do campo. Parece que depois que acabou o jogo o juiz pediu desculpa ao Gallo. Grandes merda.

- Pato mostrou mais uma vez que é um fora de série. Além do golaço, o balãozinho que ele deu de calcanhar no adversário foi de encher os olhos. Ele é muito bodoso, mas é o Cara. Se o Inter engrenar esse ano, ele vai começar a destruir cada vez mais. Alguns gremistas dizem que o Carlos Eduardo é melhor, mas falam da boca pra fora. O guri do Grêmio tá jogando o máximo que ele pode e a fase melhor do time também ajuda. Ponto final. TODOS no Estado que o Pato é mais jogador e que vai se ouvir muito falar cada vez mais dele nos próximos anos.


Pato chuta...


... e corre pro abraço. Ele é o cara!



- A RBS se deu conta que tava se fudendo cada vez mais com os colorados, devido ao seu gremismo cada vez mais explícito. Ficaram quase um mês plantando crises inexistentes entre os jogadores do Colorado. O auge foi semana passada, na quarta antes do jogo do Gaymio contra o Defensor (sem falar do bilhetinho do Tcheco pra torcida). Na capa da Zero Hora tinha uma foto do Olímpico, escrito “Agüenta Coração”. Dentro na página do Esportes, na área do Inter, o título era “Eles só pensam na Recopa”. Agora por nada, hoje tão puxando o saco horrores do Inter, algo como “Garra de Campeão do Mundo”. Agora, com certeza, todos os colorados adoram a RBS.


- E pra terminar, a pergunta que não quer calar: quem era o Peruca que foi expulso do banco do Inter?

EXTRA, EXTRA! GERAL DO GRÊMIO FAZ BONITO CONTRA O SANTOS!

EXTRA!!!!: SACI É ENCONTRADO!


Em mais um furo de reportagem, a equipe jornalística do blog Mestre Celso Roth encontrou o desaparecido Saci. Detalhe: ele se encontra dentro de um poço. Será que ele está tentando voltar ao Japão???

Complô cósmico

Não sei se é o alinhamento dos astros, se é sapo enterrado ou o que mais. Só sei que nos últimos jogos o Inter tem sistematicamente levado gols que só podem ser explicados pelo azar da equipe colorada. Já o grêmio tem sistematicamente feito gols que só podem ser explicados pela sorte. Já ultrapassamos a barreira da casualidade... resta torcer para que esse desequilíbrio se desfaça.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

UMA EQUIPE RUMO A IMORTALIDADE

O primeiro gol.
Tcheco: o capitão guerreiro




O Grêmio, em mais uma jornada heróica, acabou batendo o badalado time do Santos por 2 a 0. Bater inclusive não é a palavra mais correta a ser usada e sim massacre. O tricolor se impôs e amassou o seu adversário diante de um estádio Olímpico enlouquecido que mais uma vez fez a diferença na hora da decisão. O técnico Luxemburgo não disse ao que veio montando um time extremamente burocrático para este primeiro enfrentamento.E ao final da partida, ardilosamente deu a declaração de que o Grêmio deveria ter matado o Santos nesta partida pela superioridade que o tricolor exerceu durante todo o jogo. Zé Roberto, inegavelmente um dos grandes jogadores brasileiros da atualidade, sucumbiu a marcação implacável do time gaúcho. Os jogadores de frente do Santos, vendo no estádio, são baixos e fracos fisicamente em relação aos do Grêmio. Aliás, tirando Zé Roberto, a equipe da Vila Belmiro é extremamente limitada e comum. O que prova que o Luxa, embora tendo um caráter duvidoso, entende do riscado colocando este time nas semifinais. No final das contas, o Grêmio está muito perto do tricampeonato da Libertadores e do sonho de voltar ao Japão. Como torcedor gremista, este sonho as vezes me parece tão perto e as vezes tão longe. E esta sensação de tão longe se dá muito pela qualidade dos adversários a ser enfrentados, porque não se enganem caros leitores , o Santos jogará mais que jogou ontem a noite. E para finalizar, o provável adversário será o Boca Juniors (porque o Cúcuta já fez o que tinha pra fazer). Aliás, esta é uma Libertadores de verdade, que irá ficar de pé o time mais aguerrido e lutador, não é a Libertadores mirim que o time da Padre Cacique jogou ano passado contra o Nacional (Piauí com grife), LDU (fala sério!) e Libertad (um time "emergente"). Este ano temos os fortes argentinos ponteando juntamente com as melhores equipes brasileiras se confrontando em grandes duelos. E a verdade que fica, é que esta equipe do Grêmio, está a 3 partidas da imortalidade.


quarta-feira, 30 de maio de 2007

O NOVO CAPITÃO AMÉRICA???


O Aprendiz 4 - O SÓCIO


Aqui estão os finalistas do programa do Roberto Justus:



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terça-feira, 29 de maio de 2007

GRÊMIO BICAMPEÃO GAÚCHO

Para guardar para eternidade.

SOBRE O INTER

Encontrei este texto de Jarbas Schier na internet em janeiro de 2007. Uma pérola. Profético.

Inter, Campeão do Mundo

Bem, lá se foi a vizinhança. O título mundial era privilégio de uma casta de times aguerridos capazes de lutar até o último segundo em busca da vitória. Os ataques rompiam aos trancos as defesas adversárias, o meio-campo trucidava os incautos aventureiros que ousassem passar pelo setor e a defesa distribuía patadas e botinadas em todas as direções. Até que o Inter chegou...
Não há dúvida que Deus, em sua infinita sabedoria, decidiu dar esse presente inesquecível aos colorados. Ao contrário da lógica, do bom senso, o Inter não se reforçou para o mundial.Muito pelo contrário. O time campeão da Libertadores com Rafael Sóbis, Tinga, Jorge Wagner e Bolívar era infinitamente superior ao que levou a taça de campeão mundial.Mesmo com tudo errado, mesmo mantendo o técnico Abel Braga o Inter chegou ao título máximo do futebol. Atingiu finalmente um nível internacional. Deixou de ser mirim, uma equipe patética e ridícula que vivia sonhando com o time de 1979 (que diga-se de passagem amarelou na Libertadores). Agora o colorado é de fato um time grande.Porém, pode o leitor pensar que o título obtido pelo Inter contra o Barcelona foi injusto. Nada mais falso. A vitória foi merecida. Enquanto do outro lado, aquele dentuço amarelava para o lateral Ceará, o Inter insistia em uma retranca espetacular. Aliás, basta olhar as estatísticas do jogo. Todas são a favor do Barcelona (posse de bola, chutes a gols, escanteios, etc.).Isso é ruim? Lógico que não. Assim mesmo é que se ganham títulos. Com a boa e velha retranca. Então, em um contra-ataque comandado por Iarley (que já tinha sido campeão mundial pelo Boca Juniors) há um passe perfeito combinado com uma monumental sucessão de erros bisonhos da defesa da equipe espanhola e acontece o gol fatídico.
Neste ponto, talvez, Deus tenha exagerado um pouco. O gol foi de Adriano Gabiru. Ele era sem dúvida o jogador mais odiado e contestado do grupo do Inter. Só foi ao Japão porque o atacante colombiano Rentería se contundiu. Bem, quer a torcida goste ou não Gabirú é o ídolo máximo do Inter. Falcão, Capapava, Figueroa são todos figuras pequenas e risíveis diante da dimensão do feito de Gabirú. O mais incrível é o fato de que a ficha ainda não caiu para a torcida colorada. Muitos ainda vêem o título mundial como apenas mais uma conquista. Pergunte a um torcedor do Inter qual foi o melhor time o de 79 ou o de 2006. A resposta normalmente demonstra toda a falta de grandeza dos colorados....Porém, depois de toda a festa do Internacional há um consolo para os gremistas. O fato é que em 2006 o Inter alcançou o ponto mais alto de sua existência. Não há como subir mais. Só existe um caminho daqui para a frente e é para baixo. A velocidade estonteante da queda vai atingir os colorados. Daqui para frente são anos de tormentos inenarráveis, times bisonhos, técnicos patéticos até que Deus tenha pena e resolva jogar junto de novo.

Noronha ao vivo na Globo na Copa de 2002

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Eu não sou o David Coimbra. Ainda bem.


Eu iria escrever como o Vitório Piffero em apenas 5 meses conseguiu ser o pior presidente da história do Internacional, e como o segundo tempo do jogo contra o Fluminense foi o mais patético que eu já vi o Colorado jogar em toda minha vida. Mas não estou mais com vontade de falar sobre isso. Então, já que meus colaboradores não colaboram, requento um texto meu que escrevi quando ainda morava na terra da UEFA. Esse texto foi originalmente publicado no site futebolístico do amigo Carlo, o
Sem Caneleira. Aqui vai:


Contos Futebolísticos mais Curtos que os Braços do João Gabriel


Seu Aírton

Os olhos de Seu Aírton brilharam no dia que ele leu aquela reportagem no jornal. Era uma entrevista com o pai das irmãs Willians, as duas tenistas negras que por muito tempo dominaram o ranking, venceram tudo que é torneio e renderam rios de dinheiro. Nessa entrevista, o orgulhoso papai contava seu segredo: ele tinha fabricado campeãs. Desde que as duas começaram a engatinhar já tinham raquetes e bolinhas nas mãos, proteínas nas mamadeiras e com dois anos já treinavam meio turno. Deu no que deu. Seu Aírton, que recém tinha tido seu primeiro filho, Airtonzinho, já imaginou a cor da Ferrari que iria comprar em dezenove anos e sete meses depois, conforme seu cálculo. Começou então a preparar o novo craque. Vinte e um anos depois, Seu Aírton suspirou fortemente quando Arturzinho virou o picolezeiro mais gente fina de Cidreira.


Avelã

Avelã, como sempre foi conhecido (mesmo sem saber o que significava isso) amava muito sua esposa. E a sua segunda paixão era o futebol. A primeira era uma cerveja gelada com dois dedos de colarinho.


Ademir

Ademir era lateral-esquerdo. Teve uma carreira não mais que razoável. O típico jogador que jogou uma temporada sem destaque no Coritiba, foi reserva do Atlético MG e passou a maior parte da carreira em times medianos do Nordeste. Isso era mais que compreensível. Segundo seu avô, Ademir era nome de goleiro e não se fala mais nisso.


Josias

Josias tinha 14 anos e era gandula do Clube Esportivo Aimoré. O dia mais triste da vida dele foi aquele 23 de abril. O Sr. Lopes Robeiro, então juiz da partida, inventou um penalti para o Lajeadeanse nos acréscimos do segundo tempo. A torcida não perdoou e a última imagem que Josias viu foi um enorme rádio destinado ao Sr. Lopes Ribeiro atingir sua cabeça. O dia mais feliz da vida de Josias, foi aquele 24 de abril, quando Jorge Luiz, a Bala Mais Rápida do Vale dos Sinos, foi lhe visitar no Hospital e lhe deu suas meias autografadas.


Magdo

Magdo sempre detestou futebol (seus amigos o chamavam de bicha por isso). Magdo nunca compreendeu por que escreveram um conto de futebol sobre ele.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Romário é o Cara

Eu sou fã do Baixinho. Quando o Inter foi tetra gaúcho em 2005, eu levei um cartaz com a foto dele com a camisa do Colorado pra Campo Bom. Ninguém no estádio entendeu a analogia, mas a minha homenagem estava feita.

Todos sabem que o Romário não fez 1000 gols como profissional (quase 100 foram em jogos infantis, juvenis, juniores e com amigos), mas o fato de ele conseguir mobilizar toda a imprensa com um troço que tinha tudo para ser falso, apenas aumenta sua lenda.

Como eu já disponibilizei aqui um vídeo com os melhores gols da carreira dele, coloco abaixo algumas de suas frases mais célebres:


"Eu nunca fui exemplo para ninguém."

"Quando durmo muito, não faço gols, por isso gosto de ficar na noite."

"O Pelé calado é um poeta. Dentro de campo, ele foi o nosso pai. Fora dele, tem de colocar um sapato na boca."

"Quem tem que se preocupar com imagem boa é aparelho de TV"

"Zico não ganhou nada."

"Não sou cavalo paraguaio. Mais uma vez, mostrei quem é o puro-sangue." (após ser o goleador do Brasileirão 2005)

"A corte agora está contente. O rei, o príncipe e o bobo" (em 2000, após goleada do Vasco sobre o Olaria, chamando Edmundo de bobo, que disse que Romário na época era o príncipe, e incluindo ainda o presidente do clube, Eurico Miranda)

"O cara nem entrou no ônibus ainda e já quer sentar na janela", em 2004, criticando o técnico Alexandre Gama, do Fluminense, que o tinha barrado.

"Quando eu nasci, Deus apontou o dedo em minha direção e disse: esse é o cara"


terça-feira, 22 de maio de 2007

Amarelei

Se o caro leitor costuma assistir ao campeonato brasileiro, com certeza já viu esse comercial. Me dei o trabalho de baixar ele no site da Dal Ponte e colocar no youtube, pra tirar a dúvida se o problema é comigo.

As cinco primeiras vezes que eu vi, não prestei atenção. Acho que na sexta eu pensei que grito mais mongol esse “uh, uh, amarelô, uh, uh, amarelô”. Na sétima vez no final quando o locutor diz que é a marca oficial da seleção brasileira de futsal, eu pensei que bom que a locução me informou que era a seleção. É que sei lá, quando aparece o Ronaldinho, o Roberto Carlos, não é necessário apresentar. Mas alguém sabe a fisionomia da seleção de futsal? As seis vezes seguintes resolvi não prestar mais atenção. Na décima quarta parei e finalmente entendi o comercial. Gostaria de saber se eu sou meio retardado ou vocês também demoraram para sacar a super idéia.


PS: Antes de eu ir no site oficial da marca, procurei no youtube por “comercial seleção futsal topper” e e não achei nada lá. Só quando vi pelo décima quinta vez me dei conta que era Dal Ponte.